Querendo ou
não, todos temos reservas mentais no que diz respeito a DEUS, afirmamos
acreditar nele, mas essa afirmação é muito mais por influencia do que por
convicção própria. Quando nascemos já estamos influenciados, nosso cérebro já
está acostumado, foi formado com essa informação, ela já está no nosso inconsciente antes mesmo de estarmos
conscientes de nós mesmos. Essa informação passada enquanto estamos no útero da
nossa mãe, ganha potencia máxima no período da nossa formação intelectual, e
justamente no período gestacional, uma mãe está vivendo a extremidade da sua
fé, ela está na realidade em desespero para que tudo de certo com seu filho,
então ela se agarra ao máximo que pode nas suas convicções religiosas. Como
somos diretamente influenciados pelos sentimentos da nossa mãe durante a
gestação, via cordão umbilical, recebemos todas essas convicções diretamente no
nosso cérebro ainda em formação, o que se instala de uma maneira sobreposta a
nossa consciência.
Exatamente nesse momento cria-se para sempre dentro de
nós uma sensação de que existe algo mais dentro da gente, que não conseguimos
definir com precisão, essa falta de precisão nos leva a crer na chamada ALMA,
criamos a justificativa verbal para o que não poderíamos conceber como uma
espécie de dupla personalidade, e na realidade não é, trata-se apenas de uma
influencia sobreposta, embutida no nosso cérebro. essa influencia acompanhada
da maquina do sistema, das condutas dos nossos pais e avós, nos criam um
comportamento de repetição de atitudes, na maioria das vezes não nos damos
conta disso, então, sob o efeito devastador dessa influencia, somado as regras
do sistema, nasce aquela certeza incerta de DEUS, logo começamos a estabelecer
uma crença, que na realidade se estabelece por influencia e não por livre
escolha. Esse ponto precisa ser bem compreendido, bem digerido, pois não se
trata de um conteúdo de simples absorção.
Estaremos
publicando alguns tópicos sobre as
nossas convicções aqui no nosso blog, e não gostaríamos que você julgasse nada antes
de refletir com mais prudência sobre os aspectos que nos levaram a tais
convicções.
Vale ressaltar,
que não estamos interessados em converter ninguém, não temos propósitos
religiosos, nem financeiros, apenas queremos nos desvencilhar de alguns hábitos
e costumes que nunca nos geraram nenhum beneficio direto além de culpa. Somos
completamente abertos a ideias novas, e tratamos com muito respeito a sua
opinião.
